Por falta de interesse político, científico e comercial. Ao todo, 12 astronautas andaram na Lua em seis missões da Nasa, as Apollo 11, 12, 14, 15, 16 e 17, entre 1969 e 1972. Desde então, nunca mais uma pessoa voltou ao satélite natural, apenas sondas e robôs enviados pela Nasa e por outras agências espaciais, da Europa, Japão, Rússia, China e Índia. “Ainda existem coisas a serem descobertas e estudadas por lá, mas não há mais interesse suficiente – ou existem outras urgências”, diz o astronauta brasileiro Marcos Pontes. A Nasa explica que as próximas missões para a Lua servirão como trampolim para uma viagem a Marte. “Estudos têm demonstrado que a Lua pode ter recursos benéficos para missões tripuladas a Marte. Temos a expectativa de que empresas comerciais e parceiros internacionais vão conduzir uma nova missão à Lua e queremos apoiar o esforço”, explica Allard Beutel, chefe de comunicações da Nasa.

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